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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

A Vastidão do Cosmos

 A Explosão cósmica transcendeu a minha mente

Somos pó de estrelas, galáxias inteiras, estrela-cadente

Olhei para o espelho e notei algo inconsciente

O próprio universo olhando para si mesmo

A criação olhando seu reflexo no espelho

A vida pulsando no olhar humano

A alma relembrando de suas origens nesse plano


O universo inteiro cabe na palma da minha mão

Sou fractal estelar que faz minha alma volitar e sair do chão

Sou abismo, luz, buraco negro, consciência, tempo, nada linear

Sou universo vivo, retornando, transcendendo e alcançando todas as dimensões 

a me esperar


O meu olhar é gêmeo de uma nebulosa

Cativo de muitas galáxias e estrelas

Sou via láctea e andrômeda

As minhas árvores são as veias da minha pele luminosa

Meu ser vibra na serenidade universial catatônica

Sou lar das unissidades ínfimas e serenas




segunda-feira, 13 de julho de 2026

Citação do capítulo: Admiração pelo universo e pelos seres, do meu Livro: Poesias para O Universo

 "Olhei para o céu.

Olhei para a lua.

Olhei para o espaço.

Olhei para a boca tua.

E mergulhei na sublimidade."

Ócio

 A mesma coisa, sempre;

Os mesmos dias, toda hora;

As mesmas rotinas, tudo é presente;

Os mesmos dias, tudo depois e agora.

Esse sentimento perfura o meu ser, e por mais coisas que eu tente fazer, e por mais ações que eu tente mudar, esse ócio vem minha alma inundar e escurecer.

É acordar, é dormir, é viver, é esmorecer, é padecer. É esse ócio que me dá um negócio que me faz querer desaparecer.

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I wanna change the things, but how?

Who I talk about my feelings?

I WANNA CHANGE NOW!

I wanna change all my dealings.

Relações rasas

 Minhas lágrimas caem, transbordam. A tez salgada e rígida na minha melancolia se vai. Choro por águas rasas, mas minhas lágrimas são profundas, choro por relações que estimava por ser caras, e que no fim eram apenas imundas.

Quero me libertar, quero tirar meu barco desse raso.
Porque ninguém tenta entender nosso âmago?
Isso me dói no estômago!
Isso me causa um estrago.

Minhas vozes gritam lembrando a falta que sinto.
Minhas vozes também gritam, que se eu tenho esperanças, eu apenas minto.

Minhas lágrimas me dizem;
Tudo é constante;
Elas me dizem que meus sentimentos se contradizem.
E que essa coisa rasa me é perturbante.
Quero relações verdadeiras.
Quero conexão. Quero sinceridade, quero a alegria de receber um singelo não.

Quero não padecer sozinha.
NÃO QUERO IGNOTAS RELAÇÕES. Não quero coisa rasa e curtinha. Quero mergulhar em águas abissais e profundas, não quero terceiras intenções.

Je veux não sei o que, não sei o que lá, que se foda, vá se danar!

 Je veux não sei o que.

Quero te querer

Quero me querer

Quero que se foda

Quero me foder

Quero que se exploda.

Je veux faire l'amour.

Je veux un chocolat chaud par une froide journée d'automne.

Je veux quelque chose.

Je veux simplement vouloir.



Tinta nunca sempre anacrônica

 Criei um imenso paradoxo na minha cabeça;

O qual talvez eu nunca mais esqueça e que talvez minha sanidade mental padeça;

O da tinta anacrônica e antes que eu me esqueça:
Talvez não seja isso que ela nos ofereça.
A tinta em si passou por épocas, antigas, modernas, futuras, passadas, certinhas, badernas, tudo quanto é coisa.
Mas será que ela é em si dessa forma?
Ela é antiga, mas também moderna pensa de forma estética e tem visão periférica.

Será que conseguimos com isso responder e abrir nossa visão interna e externa?
Eu pensei nisso e sinceramente voei para Marte:
Será que a arte imita a vida?
Ou será que a vida imita a arte?

Será que a tinta é anacrônica?
Ou será que ela da sempre apenas um moderno espacate?

Romantizei uma privada

 Num processo de liberação, ela nos ajuda, toda insalubridade de nós sai e a ela nosso perfume fétido atrai.

Metódica, detalhada, muito bem usada, soltamos coisas amorfas em sua piscininha bactericida. Efeito inseticida para nossa alma ferida, reflitamos coisas a mais num banheiro que em toda uma vida.

Cheirosa, quando banhada, amargurada quando mijada, triste quando gozada e depressiva quando cagada.

Romântica, isso não é inverossímil, porque não romantizar a privada?
Porque não inventarmos um tópico como o estudo da semântica?
Semiótica mais tola e tirana?
Seria a privada uma merda mundana?
Ou seria apenas mais um delírio da minha mente insana?
A privada profana.

Tudo isso é tão ínfimo que me deu enjôo, mas esqueci que tola sou e um textinho clichê doidinho a Gabriele criou.

Romântico pinico, cativa-me para que possa cativar-te, meu resíduo liberar-te e minha merda cagar-te.
Essa é minha prova de amor, a privada que naqueles dias de virose tenho o maior teor do mais imenso pavor.
ECA.

Toilettes bouchées.