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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Tinta nunca sempre anacrônica

 Criei um imenso paradoxo na minha cabeça;

O qual talvez eu nunca mais esqueça e que talvez minha sanidade mental padeça;

O da tinta anacrônica e antes que eu me esqueça:
Talvez não seja isso que ela nos ofereça.
A tinta em si passou por épocas, antigas, modernas, futuras, passadas, certinhas, badernas, tudo quanto é coisa.
Mas será que ela é em si dessa forma?
Ela é antiga, mas também moderna pensa de forma estética e tem visão periférica.

Será que conseguimos com isso responder e abrir nossa visão interna e externa?
Eu pensei nisso e sinceramente voei para Marte:
Será que a arte imita a vida?
Ou será que a vida imita a arte?

Será que a tinta é anacrônica?
Ou será que ela da sempre apenas um moderno espacate?

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