Criei um imenso paradoxo na minha cabeça;
O qual talvez eu nunca mais esqueça e que talvez minha sanidade mental padeça;
O da tinta anacrônica e antes que eu me esqueça:
Talvez não seja isso que ela nos ofereça.
A tinta em si passou por épocas, antigas, modernas, futuras, passadas, certinhas, badernas, tudo quanto é coisa.
Mas será que ela é em si dessa forma?
Ela é antiga, mas também moderna pensa de forma estética e tem visão periférica.
Será que conseguimos com isso responder e abrir nossa visão interna e externa?
Eu pensei nisso e sinceramente voei para Marte:
Será que a arte imita a vida?
Ou será que a vida imita a arte?
Será que a tinta é anacrônica?
Ou será que ela da sempre apenas um moderno espacate?
Nenhum comentário:
Postar um comentário